Nicholas Barker revela decepção por falta de apoio do Cradle of Filth e Dimmu Borgir em seu tratamento

Nicholas Barker, um dos principais nomes da bateria do metal extremo, vem há alguns anos lutando contra a insuficiência renal. O músico também tem falado sobre a sua condição financeira e como o tratamento gera custos bem altos.

Em uma conversa com o Into the Necrosphere, Nicholas foi questionado se vem recebendo apoio de alguma das bandas por onde passou, e o baterista revelou decepção com dois dos maiores nomes com quem já trabalhou, o Dimmu Borgir e o Cradle o Filth. Ele disse quando questionado:

“Nenhum apoio do Cradle of Filth. Nenhum apoio do Dimmu Borgir. Recebi algum apoio dos caras do Brujeria e do Lock Up. O Chuck, do Testament, foi muito gentil, sabe? Ele e a esposa doaram para a minha campanha no GoFundMe, o que foi lindo. E o Gary Holt, do Exodus, também doou, ele e a esposa”

Na sequência, Barker ressalta a sua insatisfação com os gigantes do metal extremo:

“Mas em relação ao Cradle of Filth ou ao Dimmu Borgir, foi como se nada tivesse acontecido. Nem mesmo um telefonema ou algo do tipo, sabe, estamos pensando em você, cara. Nada. Então, sabe, é um reflexo típico de quão superficial e volúvel é a indústria da música.

Quer dizer, sabe, quando eu estava no auge, com o Cradle of Filth no final dos anos 90, a gente era enorme. Estava decolando. Ficava cada vez maior, sabe, a cada mês, era como uma montanha-russa, um efeito bola de neve. E o mesmo aconteceu com o Dimmu Borgir. Durante meu tempo com eles, a gente só cresceu, cresceu e cresceu. E é surpreendente como todo mundo esquece da gente. É o que é”

Nicholas Barker atribuiu ainda os seus problemas de saúde, em parte, às exigências físicas ao longo de sua carreira, incluindo hérnias de disco que agravaram seus problemas médicos.

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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