Mike Portnoy revela a sua música favorita que gravou com o Avenged Sevenfold

Quando o Avenged Sevenfold passou pelo trauma da perda precoce do seu baterista Jimmy “The Rev” Sullivan, Mike Portnoy foi recrutado para realizar as gravações do disco “Nightmare“.

Em conversa com a Metal Hammer, Portnoy relembrou o processo de criação do disco e as memórias com a banda. Ele diz:

“Foi uma sessão de gravação emocionante porque aconteceu pouco depois do falecimento do The Rev, então as feridas ainda estavam frescas. Minha lembrança mais querida provavelmente é de quando eu e o Zacky Vengeance fizemos tatuagens iguais do Deathbat. Eles me acolheram na família. Quanto à minha música favorita para gravar, eu diria Save Me, porque eles me deram bastante espaço para improvisar e fazer minhas próprias interpretações à la Portnoy. Antes, eu estava focado em reproduzir as partes de bateria do The Rev das demos e tocar as músicas do jeito que ele queria.”

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Mike Portnoy esteve no Avenged Sevenfold por cerca de um ano, coincidindo com o período que ele decidiu deixar o Dream Theater após sugerir uma pausa nas atividades da banda e os demais integrantes não aceitarem. Ao final da turnê de “Nightmare“, o Avenged Sevenfold decidiu não continuar com Portnoy, trazendo Arin Ilejay.

Dream Theater retorna ao Brasil este ano para seis shows. Confira abaixo as datas e locais

  • 03/05: Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna) — ingressos via Fastix
  • 05/05: Curitiba (Live Curitiba) — ingressos via Fastix
  • 07/05: Brasília (Dois Ipês / antigo Opera Hall) — ingressos via Clube do Ingresso
  • 09/05: São Paulo (Vibra São Paulo) — ingressos via Clube do Ingresso
  • 10/05: Rio de Janeiro (Vivo Rio) — ingressos via Clube do Ingresso
  • 12/05: Belo Horizonte (BeFly Hall) — ingressos via Fastix

Foto: André Tedim

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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