P.O.D. mistura clássicos com novidades e Demon Hunter mata saudades em turnê brasileira
Texto: Tiago Silva
Fotos: Raíssa Corrêa
O Carioca Club recebeu, viveu uma noite com uma verdadeira demonstração da mistura entre as variações do Heavy Metal e a temática cristã vindas dos Estados Unidos. Isso porque P.O.D., um dos grandes destaques do Nu Metal e do Metal Alternativo dos anos 2000 e Demon Hunter, com o ritmo potencial de Metal Alternativo, Metalcore, Nu Metal e Groove Metal, iniciaram, na Zona Oeste de São Paulo, a turnê brasileira com a data extra aberta após a venda total dos ingressos da noite de encerramento, que aconteceu no dia 13 de dezembro no mesmo local.

Além das duas bandas, o Living Sacrifice, com fases dentro do Thrash e Death Metal e nas sonoridades Groove Metal e Metalcore, fez sua estreia em solo brasileiro, no primeiro dos dois shows que fizeram no país – o segundo foi no Rio de Janeiro, no dia seguinte.
A turnê das duas principais bandas passou por cidades como Rio de Janeiro (06), Recife (07), Curitiba (09), Belo Horizonte (10), Brasília (12) e se encerrou na capital paulista (13).
Apesar da expectativa de ser mais um show lotado na capital paulista, o impacto das vendas não foi o esperado, lotando apenas a área da pista premium e pouco menos da metade da pista comum, além de ter uma quantidade considerável de pessoas no mezanino. No entanto, isso não foi empecilho para três shows enérgicos das bandas e fãs que ficaram muito felizes com a presença e as apresentações das três bandas.
O Living Sacrifice, estreante do evento, trouxe muitas das músicas de seu repertório lançado com a Solid State Records, com músicas pautadas no Metalcore e Groove Metal, mas sem esquecer de sucessos dos primórdios da banda, nos anos 90, quando tocavam com predomínio de Thrash e Death Metal. Foi um setlist que satisfez aqueles que chegaram mais cedo para acompanhar o quarteto e que, com mais espaço na pista comum, gerou as primeiras rodas da noite com grupos pequenos de fãs que, ao final do show, foram notados por Bruce Fitzhugh.
Já Demon Hunter e P.O.D. apostaram em um setlist que misturasse clássicos com músicas de trabalhos mais recentes.
A banda liderada por Ryan Clark, por exemplo, dosou o setlist com faixas de vários dos álbuns lançados ao longo da carreira, com destaque para o trabalho mais recente, o álbum “There Was a Light Here”, de setembro deste ano, e o aclamado “Extremist”, de 2014. Ao longo do show, alguns problemas de nivelamento dos instrumentos atrapalharam a percepção da voz de Ryan, com guitarras e baixo mais altos em boa parte das faixas tocadas. Ainda assim, não foi um fator que tenha tirado a alegria dos fãs que puderam vir nesta data.
Já o P.O.D. soube misturar clássicos com o repertório recente. Assim como em 2024, no Knotfest, a banda trouxe faixas do último álbum lançado, “Veritas” (2024), como parte de sua promoção, e o recente cover de “Don’t Let Me Down”, dos Beatles, passando também pelos maiores sucessos, presentes em “Satellite” (2001), e por singles e outras faixas dos diversos lançamentos da carreira da banda. E o foco no repertório recente acabou por tirar do setlist, ao menos neste primeiro show da turnê, músicas esperadas, que seriam “Set It Off” e “Goodbye For Now”. Ainda assim não foi um fator que tenha tirado a alegria dos presentes, que acompanharam cada gesto pedido por Sonny Sandoval e banda, pularam nas faixas mais conhecidas e cantaram em diversos momentos do show, incluindo o encerramento com “Alive”, faixa dedicada para Sam Rivers, do Limp Bizkit.
Living Sacrifice
A mistura de brutalidade e grooves sonoros com a manifestação da fé por parte do Living Sacrifice, banda do Arkansas que já passou por fases de Death Metal e Thrash Metal e que teve maior predomínio do Groove Metal e do Metalcore após a mudança de gravadora – da R.E.X. para a Solid State – nos anos 90, abriu o evento e a turnê brasileira das bandas envolvidas, apesar desta estar apenas nas duas primeiras datas; e também marcou a estreia da banda em solo brasileiro.


Tais características sonoras e os marcos de apresentação citados foram primordiais para uma apresentação memorável aos fãs da banda, que chegaram mais cedo para prestigiar o grupo. A brutalidade veio num setlist de oito faixas, focadas em quatro dos cinco álbuns de estúdio lançados a partir de 1997: “Reborn” (1997), “The Hammering Process” (2000), “Conceived in Fire” (2002) e “Ghost Thief” (2013).
Bruce Fitzhugh (vocal e guitarra), Lance Garvin (bateria), Arthur Green (baixo e backing vocal) e Rocky Gray (guitarra e backing vocal) apareceram já posicionados no palco às 16h55. Bruce agradeceu aos fãs pela presença e puxou o início do show com “Flatline”, já com as características instrumentais de Groove Metal e Metalcore evidentes e somadas com o poderio vocal do frontman e boas viradas de bateria de Lance.


As demonstrações de admiração do público presente à banda vieram com maior percepção a partir da música “Symbiotic”, com um coro mais evidente e momentos de balanço de cabeças. A situação cresceu com as batidas poderosas e o relato doloroso da letra de “Hand of the Dead”, que não somente trouxe um canto maior dos fãs, como um bom ânimo de Bruce ao interagir com seus companheiros de banda em momentos instrumentais. Já em “Local Vengeance Killing” houve, além do predomínio das linhas de bateria e vocais, um bom solo de Rocky Gray para finalizar a faixa.
Os membros do Living Sacrifice seguiram o show após um chamado por barulho para as bandas que viriam na sequência. A faixa escolhida foi “Bloodwork”, uma das pedradas do disco “The Hammering Process” e que contou com variações rítmicas interessantes e com o acompanhamento incessante dos fãs na voz. Já em “The Reaping”, única representante do último trabalho lançado da banda, o álbum “Ghost Thief”, as características de Thrash Metal vieram à tona, a destacar as linhas momentâneas de pedal duplo e riffs mais variados, além de outro bom solo de Rocky.
“Reborn Empowered” seria a última faixa do show do Living Sacrifice, não fosse a possibilidade de tocar mais uma pelo tempo de sobra e por iniciarem um pouco mais cedo que o esperado. Para esta faixa, as batidas repetidas e introdutórias deste clássico da banda logo mudaram para a mistura envolvente e bem dosada de Metalcore, Thrash, Groove e Death Metal que levou cinco caras da pista comum a improvisarem uma roda em meio ao ânimo da faixa tocada, fator que provavelmente contagiou Bruce, que derrubou o tripé de seu microfone no início. Por fim, no também clássico “Reject”, o riff e a cadência da banda por um todo levaram o mesmo grupo a se reunir novamente e serem notados pelo frontman da banda, assim como outros demais presentes balançaram a cabeça em determinados momentos, principalmente no Breakdown da faixa.
A finalização, que foi um trecho mais estendido para o final da faixa, acabou por se tornar o último ato de um show que, mesmo com poucas pessoas presentes por conta do horário, se tornou memorável para uma pequena base de fãs que puderam ver o Living Sacrifice pela primeira vez, com uma impressão sonora mais que positiva ao vivo.
Demon Hunter
O quinteto de Seattle fez seu show de retorno ao Brasil após doze anos de sua primeira vinda. E tal retorno veio com uma dose enorme de energia da banda no palco do Carioca Club que, em muitos momentos, também se direcionou à altura dos instrumentos: ora as guitarras, ora a bateria estavam altos e, em praticamente todo o show, o baixo ficou mais evidente que o microfone de Ryan Clark. Ainda assim, a aparência geral foi a de que esses fatores não incomodaram os fãs presentes em todos os setores do local, assim como os integrantes, que deram tudo de si em uma apresentação que explorou boa parte do repertório da banda e, consequentemente, os vários subgêneros trabalhados em seus álbuns, como o já consolidado Metal Cristão junto a Metalcore, Nu Metal, Groove Metal e Metal Alternativo.


O show começou às 19h44, com a pista premium cheia e a comum um pouco mais ocupada. Ambas estavam recheadas de fãs do Demon Hunter, que vibraram com a aparição imediata, no abrir das cortinas, de Tim Watts (bateria) e Jon Dunn (baixo), além das chegadas aos poucos de Jeremiah Scott (guitarra), Patrick Judge (guitarra e backing vocal) e, por fim, de Ryan Clark (vocal), durante o início de “Sorrow Light the Way”, música que abriu o setlist de 13 músicas escolhidas para essa noite e que exploraram as várias fases da banda. Ela, que faz parte do mais recente trabalho do Demon Hunter, “There Was a Light Here” (2025), trouxe uma forte mistura do Metalcore com o Metal Alternativo proposta no álbum e, junto a isso, a energia imediata dos integrantes da banda na execução da faixa.
Os problemas maiores da diferença de volumes dos instrumentos vieram na música seguinte, “Heaven Don’t Cry”, com guitarras e bateria mais altas e pouca percepção do microfone nos trechos mais suaves da voz de Ryan Clark. A situação melhorou um pouco em “Collapsing”, clássico da banda e única faixa representante do álbum “The World Is a Thorn” (2010), contando com o coro dos fãs nos refrões.

“The Heart of a Graveyard”, quarta faixa da noite, veio com um pedido incessante de gritos de “hey” por parte de Clark que foram atendidos pelos fãs. A postura do vocalista no palco foi mais tranquila, porém sua voz foi ligeiramente ofuscada pela volta do aumento das guitarras e do baixo. Tais fatores não tiraram o ânimo geral, que ficou melhor e com mais pessoas cantando em “I Will Fail You”, outro clássico da banda que, assim como o som anterior, faz parte do álbum “Extremist” (2014).
A sonoridade Nu Metal com Metalcore veio à tona com “Infected”, do primeiro álbum (e homônimo) do Demon Hunter, de 2002. O ritmo pesado e envolvente gerou um circle pit de cerca de oito a dez fãs, no fundo da pista, além de um manifesto de “ciscadas do Nu Metal” dos mesmos, após o breakdown que encerrou a música em questão. O peso sonoro da banda se voltou mais ao Metalcore em “Cut to Fit”, porém com os problemas de nivelamento de som de volta ao longo da faixa.

Os integrantes do Demon Hunter ainda trouxeram a pegada Alternativa de volta, com “Peace”, ainda em um momento mais calmo da plateia que, em seguida, explodiu vocalmente com a execução das primeiras notas de “Dead Flowers”, do álbum “True Defiance” (2012), em uma letra que trata da recuperação espiritual e o lidar do luto após a perda de alguém. Foi um dos momentos em que melhor se deu para ouvir a voz de Ryan Clark, assim como o solo executado por Patrick Judge.
“Cold Winter Sun” veio com outra onda de heys do público e um ritmo mais leve que abriu margem para a continuidade de um canto lírico por Ryan Clark. A música “I’m Done” veio depois, com um riff forte que cadenciou boa parte da execução, além de outro solo poderoso de Patrick que gerou palmas gerais para a reta final da faixa.

O quinteto reservou dois outros clássicos da banda para a reta final do show. O primeiro veio em “The Last One Alive”, do álbum “Extremist”, que foi amplamente comemorada e cantada no Carioca Club dentro do ritmo poderoso de Metal Alternativo da banda e que, em geral, teve como único ponto negativo um solo de guitarra menos audível. Já o segundo e último clássico foi “Storm the Gates of Hell”, do álbum de mesmo nome, lançado em 2007, que puxou outro circle pit na pista comum e cantos mais intensos com a maioria dos fãs citados anteriormente, por conta do ritmo potente de Metalcore para tal faixa. Assim, houve uma finalização animada que consolidou o ótimo retorno do Demon Hunter ao Brasil no primeiro dos dois shows da turnê, apesar de qualquer desnivelamento sonoro que tenha ocorrido.
E mesmo que este segundo show ocorra no dia 13 de dezembro, Ryan Clark fez questão de prometer aos fãs que, em breve, retornará para o Brasil, o que já criou o senso de expectativa para quem compareceu na primeira data.
P.O.D.
O fechar das cortinas após o show do Demon Hunter iniciou a expectativa para o show principal. No entanto, os fãs ficaram tranquilos durante toda a preparação para o P.O.D., devido a uma garantia de que a casa infelizmente não lotaria nesta que foi a data extra da turnê brasileira. A pista comum lotou até a metade, enquanto a pista premium, que foi completamente ocupada, virou uma exceção dos setores. Ainda assim, a baixa ansiedade foi convertida em uma boa expectativa, baseada nos testes finais dos instrumentos.

As músicas da playlist de espera e as luzes cessaram às 21h14, substituídas por luzes vermelhas e uma pequena introdução instrumental com pegada de música latina. O abrir das cortinas revelou a presença da banda em geral: Zachary Christopher (bateria), substituto de Wuv Bernardo desde 2024, Traa Daniels (baixo e backing vocal), Traa Daniels (guitarra e backing vocal) e Sonny Sandoval (vocal), com seu microfone conectado a um longo cabo, apareceram em silêncio e concentrados e, logo, iniciaram “Southtown”, primeira das 16 músicas preparadas para a noite, para o delírio coletivo dos presentes no Carioca Club.
Sonny saudou o público antes do início e anunciou: “We are P.O.D. from Southtown, Califórnia”. Pouco após isso, o frontman “explodiu” em sua performance enérgica e trouxe a banda e o público juntos. Os presentes cantaram a letra da faixa inicial do show a plenos pulmões, com parte da galera pulando incessantemente nas pistas. Os ânimos se mantiveram positivos com “Rock The Party (Off the Hook)”, com boa parte dos presentes pulando junto com Sonny no começo e acompanhando letra e gestos pedidos pelo frontman.

Sandoval aproveitou a pequena pausa para relembrar a última passagem do P.O.D., em outubro de 2024, na segunda edição do Knotfest Brasil, procurando por quem esteve lá e agradecendo a presença no show em execução. O discurso foi, no fim das contas, essencial para recarregar as energias e que banda e fãs “explodissem” novamente com o clássico “Boom”, do disco “Satellite” (2001), em outra reprodução perfeita da banda do início ao fim. O vocalista ainda jogou alguns bonés da banda para o público, como forma de agradecimento.

Na sequência, o quarteto apostou nas primeiras músicas de repertório recente. A primeira foi “Drop”, que tem participação de Randy Blythe na versão de estúdio e que faz parte do disco “Veritas” (2024), assim como “I Got That”, tocada em seguida e que tem sonoridade com nuances mais pesadas. Logo após um pequeno discurso, os membros do P.O.D. trouxeram o cover de “Dont’ Let Me Down”, dos Beatles, single lançado em setembro deste ano e com ritmo enérgico ao melhor estilo da banda, puxando coros do público principalmente com o refrão que leva o nome da faixa.
O repertório de “Veritas” seguiu com “Breaking”, incrementando boas características do Rock Alternativo e do Nu Metal característicos do P.O.D.: letra baseada em Rap, preparação contagiante e refrão impactante. Sonny, em certo momento, deu um grito poderoso que valorizou ainda mais a sua performance no palco.

Os membros do P.O.D. deram continuidade ao show com uma dobradinha do álbum “Murdered Love” (2012): primeiro veio a faixa que leva o nome do álbum, com letra e refrão impactantes dentro do contexto reflexivo à crucificação de Jesus, contando com uma performance de reza de Sonny para um trecho da faixa e até mesmo um bis dos versos principais ao final da faixa. Depois, com os agradecimentos do vocalista, veio “Lost in Forever”, single muito cantado pelos fãs e com execução impecável da banda do começo ao fim.
A volta ao repertório do álbum novo do P.O.D. aconteceu com “I Won’t Bow Down”, faixa mais rápida em termos de tempo, porém impactante em todo o instrumental e vocal da banda. Todavia, a volta máxima dos ânimos da plateia ocorreu com “Sleeping Awake”, presente no único compilado da banda, “Greatest Hits: The Atlantic Years” (2006), e que fez parte da trilha sonora do filme “The Matrix Reloaded” (2003), em mais uma execução perfeita do instrumental e contando com um coro absurdo no Carioca Club, do início ao fim da faixa, que apesar da quantidade presente, foi suficiente para, em alguns momentos, ofuscar a percepção da voz de Sonny Sandoval.

Houve um momento de pausa e expectativa no palco. Os membros do P.O.D. não saíram de cena, apenas fizeram ajustes instrumentais e trocas de instrumentos. Foi a brecha perfeita para que alguns dos presentes pedissem por músicas como “Booyaka 619” – um dos temas do lutador de Wrestling da WWE Rey Mysterio – e “Goodbye For Now”. Infelizmente, estas não entraram para o setlist, porém foram supridas pela chegada de “Youth of the Nation”, uma das principais músicas da banda e do disco “Satellite”. Os fãs se provaram outra vez, cantando a música de cabo a rabo e acompanhando os pedidos de Sonny e Marcos Curiel por balanços de mão e punhos para o alto.
“Afraid to Die” foi a última faixa do “Veritas” na noite. Esta teve o trecho mais destacado de Tatiana Shmayluk (Jinjer), participação da versão de estúdio, reproduzido de forma gravada, porém acompanhado por Sonny de forma enérgica e com participação do público nos balanços de mãos dos refrões. Logo na sequência veio a leve “Soundboy Killa”, um “descanso” antes do bloco final, devido ao ritmo leve. “Will You”, única representante do disco “Payable on Death” (2003) no setlist e que foi muito aclamada pelo público, cantada em diversos momentos em tons altos, assim incrementando as variações rítmicas da faixa.
Os integrantes do P.O.D. fizeram um discurso de encerramento agradecendo aos fãs que compareceram nesta que foi a data extra da turnê brasileira, devido ao sold out do dia 13. O gran finale veio com “Alive”, outro dos maiores sucessos do grupo que foi dedicado para Sam Rivers (1977-2025), baixista que fez carreira no Limp Bizkit e que faleceu em outubro deste ano. A iluminação se converteu para as cores do Reggae (Verde, vermelho e amarelo) e o público, pela última vez na noite, fez um belo coro por toda a letra da faixa, com destaque total ao refrão. Sonny Sandoval chegou a descer um degrau do palco, para cantar mais próximo dos fãs da grade, além de ter incrementado movimentações mais enérgicas na reta final da música, sacramentando assim uma entrega absurda em pleno início da passagem pelo Brasil.
Os membros do P.O.D. encerraram com muitos agradecimentos e distribuição de baquetas e palhetas enquanto “Slippin’ Into Darkness”, do War – conhecida por ser parte do sample de “Capítulo 4, Versículo 3”, do grupo Racionais MC’s -, tocou como trilha final. Com a saída dos integrantes, era esperado um bis com as músicas que não tocaram no setlist, como “Set It Off” e “Goodbye For Now”.
No entanto, o fechar das cortinas sacramentou o fim de show e a saída aos poucos dos fãs que, mesmo sem a entrada destas faixas no setlist ou sendo parte de um Carioca Club que não lotou por completo, saíram satisfeitos e fizeram muito barulho durante todo o evento, conforme chegaram. Para o P.O.D., o show foi uma comprovação de que há energia de sobra, por parte de todos os membros e bandas que compõem esta passagem, para fazer desta turnê uma passagem memorável por todas as cidades brasileiras que eles se apresentarão.
Confira os Setlists abaixo:
Living Sacrifice
- Flatline
- Symbiotic
- Hand of the Dead
- Local Vengeance Killing
- Bloodwork
- The Reaping
- Reborn Empowered
- Reject
Demon Hunter
- Sorrow Light the Way
- Heaven Don’t Cry
- Collapsing
- Collapsing
- I Will Fail You
- Infected
- Cut to Fit
- Peace
- Dead Flowers
- Cold Winter Sun
- I’m Done
- The Last One Alive
- Storm the Gates of Hell
P.O.D.
- Southtown
- Rock the Party (Off the Hook)
- Boom
- Drop
- I Got That
- Don’t Let Me Down (cover de Beatles)
- Breaking
- Murdered Love
- Lost in Forever[
- I Won’t Bow Down
- Sleeping Awake
- Youth of the Nation
- Afraid to Die
- Soundboy Killa
- Will You
- Alive (dedicada para Sam Rivers, do Limp Bizkit)
