Mike Portnoy fala sobre não ter sido escolhido para tocar com o Rush: “estou meio feliz”
No ano passado, o Rush anunciou que voltaria as atividades em 2026. Geddy Lee e Alex Lifeson se juntaram mais uma vez para subir aos palcos, e matando a curiosidade de todos os seus fãs, de quem se sentaria na cadeira antes ocupada por Neil Peart. Diferente do que muitos esperavam, Mike Portnoy não foi o escolhido, mas sim Anika Nilles.
Em uma conversa com Futuro do Chile, Portnoy foi questionado sobre o que ele achava da volta do trio. Ele responde:
“É extremamente emocionante. Como fã, mal posso esperar para ver como eles vão fazer isso e como será. Neil Peart não era apenas um dos meus maiores heróis da bateria, mas também alguém com quem tive a honra de me tornar amigo na última década de sua vida. Então, sim, como fã da banda e como amigo de Neil, estou muito feliz em vê-los fazendo isso e mal posso esperar para ouvir o que eles vão apresentar.”
Sobre a escolha de Anika, Mike comenta:
“Nunca a vi tocar pessoalmente, mas assim como todo mundo, assim que o anúncio foi feito, comecei a procurar vídeos dela no
YouTube e a vi tocando com Jeff Beck e fazendo aquele tipo de jazz fusion que ela faz. Ela é obviamente uma baterista incrível, então estou muito curioso para ver como vai soar.”
Sobre um hipotético envolvimento seu com uma antes especulada volta do Rush, Portnoy responde:
“Antes de Lee e Lifeson anunciarem seu retorno, era uma pergunta que me faziam em quase todas as entrevistas da última década: ‘Você tocaria com Geddy e Alex? Tocaria mesmo?’ Claro. Esses caras são meus ídolos. Mas, para ser sincero, fico feliz que eles nem tenham me perguntado, porque seria muita pressão, muita pressão mesmo. Então, é muito melhor assim. Posso curtir como um fã.”
O Rush começa esse ano a sua turnê “Fifty Something”, que vai correr pela América do Norte. Há especulações que a banda esteja negociando uma vinda ao Brasil durante o novo giro, mas até o momomento, nada foi confirmado.
Foto: André Tedim
