As 5 músicas do Lacuna Coil que Cristina Scabbia mais ama cantar
O Lacuna Coil é hoje uma das bandas consolidadas no metal gótico/sinfônico e conta com um enorme catálogo em sua trajetória. Em conversa com a Revolver, a vocalista Cristina Scabbia elegeu o que para ela são as suas cinco músicas favoritas de cantar na banda.
A primeira escolhida foi, “I Wish You Were Dead”, que Cristina descreveu como “uma música pesada, mas divertida, que me permite ser um pouco mais cinematográfica no palco”. Ela acrescentou: “Eu adoro quando consigo, de alguma forma, ‘atuar’ no palco. Corações partidos e vingança (que só existe na sua cabeça)… isso não é paixão de verdade?”
Em seguida, ela escolheu “In Nomine Patris”, comentando: “Meu coração dispara com essa música. Ela é rápida, não dá trégua, prende o ouvinte para depois deixá-lo livre para construir seu próprio império. Sinto uma sensação de pura liberdade toda vez que a canto.”
Na sequência, Cristina escolhe ainda outra música do último disco da banda, “Sleepless Empire“, “Never Dawn”, foi mencionado porque, como Scabbia disse, “Há algo nas mudanças de notas, nas cordas e na linha de baixo que me arrepia todas as noites. Nós a tocamos por último no último setlist, e eu dei 110% no palco — foi como um alívio para a alma. Eu amo muito essa música.”
Saindo do último registro, “Blood, Tears, Dust”, do álbum “Delirium” de 2016 , que, segundo ela, “te assombra de uma forma boa” por causa da maneira como a “voz demoníaca” da co-vocalista Andrea Ferro se combina com seus “vocais de sereia”. Além disso, “o tema da luta interior, da solidão, do isolamento. Adoro ver a reação do público, pois sinto que todos precisamos de um momento de reflexão depois de ouvi-la”.
Por fim, ela cita um dos maiores clássicos da carreira do Lacuna Coil, “Heaven’s a Lie“, do álbum “Comalies” de 2002. É facilmente uma das músicas mais populares do grupo. “É sempre revigorante cantar algo e todos na sala estarem cantando a mesma coisa. É união. É compartilhar com a sua linda comunidade. É disso que todo show deveria se tratar.”
Foto: André Tedim
