Jessica Falchi fala sobre saída da Crypta e a sua entrada no Korzus

Nesta quinta-feia (2), o Korzus anunciou os seus novos guitarristas, Jean Patton e Jessica Falchi. Durante coletiva de imprensa, Jessica falou ao Wikimetal, sobre a sua saída da Crypta e como rolou sua chegada aos veteranos do thrash metal nacional. Ela, conforme transcrito pelo Confere Rock:

Bom, falando um pouco sobre a Crypta, eu tive uma vivência muito legal lá. Fiz diversas tours, a gente fez várias pela Europa, Estados Unidos e América. Acho que ter tido essa experiência foi também a primeira vez que saí do Brasil tocando. Eu sou guitarrista e vivo exclusivamente da música há mais de 10 anos, mas quem me deu essa bagagem foi a Crypta, e sou extremamente grata por isso.

Mas, por divergências profissionais e várias outras questões, um dos pontos era justamente o gênero não ser algo muito alinhado comigo. Apesar de eu ser uma guitarrista de metal, é uma banda mais focada para o death metal, que é diferente do que eu faço.

Ela fala então que o convite para se juntar ao Korzus partiu de Jean, que trabalhava com ela em seu EP:

Quando veio a proposta, o Jean me convidou, porque a gente já estava trabalhando junto no meu EP, “Solace”. Ele veio com essa proposta que eu achei até inusitada, mas incrível. O Korzus é uma banda com mais de 40 anos de história, com um legado enorme e uma importância muito grande para o cenário nacional do metal.

Estar aqui hoje com eles, tocando thrash metal — que é um dos gêneros dentro do metal que eu mais gosto — me deixa extremamente grata e feliz por estar ocupando esse espaço e podendo contribuir musicalmente com isso.

A nova formação do Korzus estreia nos palcos como a banda de abertura da edição do festival Bangers Open Air deste ano, tocando no sábado, dia 25 de abril, no Memorial da América Latina.

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

5 thoughts on “Jessica Falchi fala sobre saída da Crypta e a sua entrada no Korzus

  • 02/04/2026 em 4:49 pm
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    Já vi Kerry King falando que Death Metal não é a praia dele, já vi Mustainne falando algo parecido e também já vi alguma banda ali de Death Metal também falando que o Thrash também não é o seu estilo preferido. O importante é todo mundo está unido e não ter essa divergência. Abraços!

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  • 02/04/2026 em 8:02 pm
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    Existem divergencias em tudo, e na musica nao é diferente, eu penso que isto que torna tudo mais forte. sempre toquei trash/Death em bandas da regiao do interior Pulista e nao consigo me ver tocando haevi metal tradicional , mesmo gostando de ouvir isto, mas tocar nao, ja recusei convites por esta divergencia. e isto nao quer dizer que nao tenho centenas de amigos no mundo do metal de todos estilos..

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  • 03/04/2026 em 1:42 am
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    Quem dera eu largasse o meu emprego de comerciante e vivesse da música, independente do estilo que fosse…só queria viver de tocar o meu instrumento!!!! Pessoas viajam o mundo, tem privilégio de conhecer novas culturas e eu aqui preso no meu ambiente de trabalho com pessoas que tem duas caras!!!! Valeu!!!

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  • 03/04/2026 em 1:43 pm
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    Um amigo meu é metaleiro mas toca em uma banda de apoio de uma dupla sertaneja. Ele fica na dele, toca ali para ganhar o dinheiro do dia a dia, na opinião dele é melhor tocar ali do que estar trabalhando em um supermercado. Abraços!

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    • 03/04/2026 em 10:12 pm
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      A verdade é quem ta lá em cima tem o privilégio de escolher estilo, banda ou gravadora!!!! Já quem ta lá em baixo aceita tocar em bandas pequenas, desde que consigar tirar o sustento e viver de música!!!! Valeu!!!!

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