Max Cavalera fala do Sepultura: “eu e o Iggor fazemos o real, é o de verdade”, e se diz chateado por Soulfly nunca ter sido convidado para o Rock in Rio

Max Cavalera, participou do programa Rock Mania de Santa Catarina, e durante a conversa, mais uma vez ele voltou a falar sobre a sua antiga banda, o Sepultura, e soltar algumas alfinetadas:

“Essas músicas têm magia, nesses discos que a gente fez. A gente botou sangue, suor, raiva, ódio, amor e tudo nesses discos que a gente fez. Sem querer falar mal nem nada, mas as pessoas querem ouvir o mais parecido com o original, que é com o Iggor na bateria e eu nos vocais e na guitarra. Eu sei que eles continuam tocando, mas pra mim e pra maioria dos fãs não é a mesma coisa. Não é por maldade, eu não estou fazendo isso com maldade pros caras. Independentemente do que o outro Sepultura está fazendo, o que eu e o Iggor faz é o real, é o de verdade, é o verdadeiro Sepultura, a alma do Sepultura, o espírito do Sepultura está com a gente.”

Em outro trecho da conversa, Max falou sobre sua chateação sobre o Soulfly nunca ter sido convidado a tocar no festival Rock in Rio. Ele comenta:

“Eu não sei por quê o Soulfly não toca no Rock In Rio. É uma das coisas que mais me machuca. Não entendo por quê a gente não é convidado, todo mundo toca no lance. Deftones, System of a Down, e o Soulfly nunca foi convidado pro Rock In Rio. Pra mim seria um lance muito legal, porque é um dos festivais mais legais do mundo.”

Cavalera foi até polido dessa vez ao citar a sua ex banda, pois em 2020, em uma live sua, ele disse que “os caras no Brasil (se referindo a atual formação do Sepultura), era impostores, que os riffs foram criações dele e não dos p** no c*, bando de fdp”

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Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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