O que dói mais em Rafael Bittencourt: o Angra ser chamado de “boy band” ou “metal espadinha”?

Entre muitas alcunhas que o Angra já levou ao longo da carreira, duas delas parecem perseguir mais a banda nos últimos tempos; o rótulo de “metal espadinha” e uma “boy band”.

Em entrevista a Billboard, Rafael Bittencourt foi questionado qual dos dois “apelidos” mais o incomodam. Ele então responde, conforme transcrito pelo Confere Rock:

Ah, nenhum dos dois dói, cara. Nem “metal espadinha”, nem “boy band” dói. Porque, cara, quem chamou a gente de boy band e de metal espadinha foi o Regis Tadeu, né?

E ele tem uma visão na cabeça dele do que é a definição de metal espadinha, do que é a definição de boy band. Quando ele ouve o Angra, ele não vê as diferentes camadas, várias coisas que a gente propõe fora desses estereótipos — ele não enxerga. Tudo bem, não é todo mundo que vai enxergar. Não é para todo mundo que a gente faz. É uma coisa super nichada, muito específica e, assim, difícil de ouvir mesmo, cheia de nota.

Eu fico chateado porque… minha mãe também não gosta e tá tudo certo. Eu gosto da minha mãe, ela gosta de mim.

O Angra sobe ao palco do Bangers Open Air deste ano como o grande headliner da noite de domingo, fechando o festival este ano. Posteriormente, a banda faz um show solo no Espaço Unimed, também com a formação “Nova Era“.

Foto: André Tedim

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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