Jessica Falchi fala sobre saída da Crypta e a sua entrada no Korzus
Nesta quinta-feia (2), o Korzus anunciou os seus novos guitarristas, Jean Patton e Jessica Falchi. Durante coletiva de imprensa, Jessica falou ao Wikimetal, sobre a sua saída da Crypta e como rolou sua chegada aos veteranos do thrash metal nacional. Ela, conforme transcrito pelo Confere Rock:
Bom, falando um pouco sobre a Crypta, eu tive uma vivência muito legal lá. Fiz diversas tours, a gente fez várias pela Europa, Estados Unidos e América. Acho que ter tido essa experiência foi também a primeira vez que saí do Brasil tocando. Eu sou guitarrista e vivo exclusivamente da música há mais de 10 anos, mas quem me deu essa bagagem foi a Crypta, e sou extremamente grata por isso.
Mas, por divergências profissionais e várias outras questões, um dos pontos era justamente o gênero não ser algo muito alinhado comigo. Apesar de eu ser uma guitarrista de metal, é uma banda mais focada para o death metal, que é diferente do que eu faço.
Ela fala então que o convite para se juntar ao Korzus partiu de Jean, que trabalhava com ela em seu EP:
Quando veio a proposta, o Jean me convidou, porque a gente já estava trabalhando junto no meu EP, “Solace”. Ele veio com essa proposta que eu achei até inusitada, mas incrível. O Korzus é uma banda com mais de 40 anos de história, com um legado enorme e uma importância muito grande para o cenário nacional do metal.
Estar aqui hoje com eles, tocando thrash metal — que é um dos gêneros dentro do metal que eu mais gosto — me deixa extremamente grata e feliz por estar ocupando esse espaço e podendo contribuir musicalmente com isso.
A nova formação do Korzus estreia nos palcos como a banda de abertura da edição do festival Bangers Open Air deste ano, tocando no sábado, dia 25 de abril, no Memorial da América Latina.

Já vi Kerry King falando que Death Metal não é a praia dele, já vi Mustainne falando algo parecido e também já vi alguma banda ali de Death Metal também falando que o Thrash também não é o seu estilo preferido. O importante é todo mundo está unido e não ter essa divergência. Abraços!