10 separações de bandas de metal que abalaram os fãs
Enfrentar a saída de um membro da sua banda favorita nunca é algo fácil. Imagina quando se perde um vocalista, que era a marca registrada do grupo, ou então um guitarrista tão marcante quanto. O medo de como tudo irá soar a partir dali com um novo chegado, com uma peça diferente da qual você está acostumado. Não é uma tarefa fácil ao fã passar por esse momento.
Ao longo das décadas, o metal acumulou despedidas traumáticas, demissões polêmicas e rupturas que pareciam o fim definitivo de algumas bandas. Em certos casos, houve reencontros históricos. Em outros, ficou apenas a sensação de vazio aquele que seguem determinada banda.
Relembre 10 separações que mexeram profundamente com os fãs do metal:
1 — Tarja Turunen deixa o Nightwish (2005)
A primeira grande ruptura do Nightwish aconteceu em 2005, quando a vocalista Tarja Turunen foi demitida da banda em uma carta pública que chocou os fãs. Sua substituta foi Anette Olzon, que anos depois, em 2012, também acabaria deixando o grupo em meio a polêmicas e desgaste interno e assim, Floor Jansen assumiu os vocais. Mas os fãs da banda ainda passariam por mais uma saída traumática. Em 2021, o baixista e vocalista Marko Hietala, anunciou que estaria deixando o Nightwish por questões pessoais com as quais não estava lidando bem.

2 — Ozzy Osbourne é demitido do Black Sabbath (1979)
Os pais do heavy metal também passaram por uma separação histórica. Em 1979, Ozzy Osbourne foi demitido do Black Sabbath devido aos excessos e conflitos internos. Seu substituto foi Ronnie James Dio, iniciando uma nova era clássica para a banda. A formção com Dio acabou também não funcionando por muito tempo e Tony Martin fez as vezes de vocalista num período que somente Tony Iommi restou da formação clássica. Felizmente, décadas depois, Ozzy retornaria para o aguardado reencontro.

3 — ICS Vortex e Mustis deixam o Dimmu Borgir (2009)
Em 2009, fãs do Dimmu Borgir receberam um duro golpe com a saída do baixista ICS Vortex e do tecladista Mustis. A dupla era um dos principais pilares na banda, sendo eles os principais compositores de faixas como “Progenies of the Great Apocalypse” e “Kings of the Carnival Creation“. Desde então, os seguidores do grupo apontam como o som se modificou bastante e os álbuns não alcançaram a mesma recepção que outros.

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4 — Vince Neil deixa o Mötley Crüe (1992)
Em 1992, Vince Neil deixou o Mötley Crüe em uma separação que pegou os fãs completamente desprevenidos. Como seu substituto, John Corabi assumiu os vocais, e trouxe um diferencial para a banda, que apresentou um único disco com o cantor, mas que se diferecia totalmente ds discos lançados antes e até mesmo depois, porém, essas diferenças acabaram por não agradar a todos os fãs que “abadonaram” o Crüe nesse período, com o álbum sendo melhor aceito com o passar dos anos. Apesar do choque inicial, Vince retornaria em 1996 e seguiria com a banda até o encerramento oficial das atividades — que depois também deixaria de ser tão “oficial” assim.

5 — Angra se separa em pleno auge (2000)
O cenário brasileiro também viveu seus momentos traumáticos. Em 2000, o Angra sofreu uma ruptura gigantesca justamente no auge da carreira, contratos com grandes gravadoras, grandes turnês, e tudo aconteceu de uma forma totalmente chocante aos que seguiam um dos principais nomes brasileiros na música pesada. A saída de Andre Matos, Ricardo Confessori e Luis Mariutti, levou à criação do Shaman, iniciando uma das “rivalidades” mais marcantes da história do metal nacional.

6 — Angela Gossow deixa o posto de vocalista do Arch Enemy (2006)
O Arch Enemy se separou de sua vocalista Angela Gossow, a figura que havia ajudado na popularização da banda ao longo dos anos. O rompimento aconteceu em 2014, quando a vocalista anunciou sua saída após 13 anos. Mas ela continuou trabalhando junto ao grupo, porém, agora nos bastidores, na parte empresarial. Ainda assim, a notícia chocou os fãs porque Angela havia se tornado uma das figuras mais importantes do metal extremo moderno e ajudou a redefinir a imagem feminina dentro do gênero.

7 — Max Cavalera deixa o Sepultura (1996)
Talvez uma das separações mais chocantes do metal brasileiro e até mesmo mundial, tenha sido a saída de Max Cavalera do Sepultura em 1996, logo após o sucesso gigantesco de “Roots”. Durante a turnê do disco de maior sucesso comercial, as coisas não estavam boas nos bastidores e ao seu fim, Max resolveu deixar a banda que havia criado junto ao irmão, Iggor, que optou por seguir ali. Na época, muitos acreditaram que a banda não sobreviveria, mas tanto o Sepultura quanto Max seguiram caminhos sólidos depois da ruptura.

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8 — Brian Head Welch deixa o Korn ao se converter (2005)
Brian Head Welch deixou o Korn após se converter ao cristianismo e abandonar o uso de drogas. A decisão chocou os fãs do nu metal no auge da popularidade do grupo, que vinha de grandes turnês de sucesso. Poucos anos depois, a banda ainda sofreu a perda de mais um membro original, o baterista David Silveria decidiu dedicar tempo a outros afazeres e assim deixou o posto de baterista. Felizmente para os fãs, Head retornou ao Korn em 2013.

9 — Joey Jordison deixa o Slipknot (2013)
Poucos imaginavam que um dia Joey Jordison deixaria o Slipknot. Era difícil pensar na banda sem o integrante que praticamente era a cara do grupo e quase se tornou uma referência de toda uma geração. Mas em 2013, a notícia foi oficialmente anunciada, abalando profundamente os fãs. Joey foi peça fundamental na identidade sonora e visual do grupo durante décadas e trabalhou em outras bandas até falecer em 2021.

10 — Bruce Dickinson sai do Iron Maiden (1993)
Talvez um dos maiores baques da história do heavy metal tenha acontecido em 1993, quando Bruce Dickinson anunciou sua saída do Iron Maiden. Quando Bruce deixou o grupo para seguir carreira solo, boa parte dos fãs acreditou que a banda jamais recuperaria sua força e possivelmete fosse encontrar seu fim . A fase com Blaze Bayley dividiu opiniões até o retorno triunfal de Dickinson em 1999, que ainda trouxe Adrian Smith.

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