10 covers obscuros de bandas de metal que muitos fãs (provavelmente) nunca ouviram

Nem sempre os covers mais interessantes estão nos álbuns principais. Muitas bandas de metal esconderam verdadeiras pérolas em lados B, edições especiais, faixas bônus e lançamentos raros que acabaram passando despercebidos por grande parte dos fãs. De clássicos dos Beatles a hinos do hard rock e do heavy metal, confira dez versões surpreendentes gravadas por alguns dos maiores nomes do gênero, segundo a Loud.

1. Iron Maiden – “Rainbow’s Gold” (Beckett)

Lançada como lado B do single “2 Minutes To Midnight”, em 1984, a versão do Iron Maiden para a música da banda progressiva Beckett é uma raridade pouco lembrada. O grupo manteve a complexidade da composição original, mas adicionou o peso característico da Donzela de Ferro, com destaque para a performance vocal de Bruce Dickinson.

2. Ghost – “Here Comes The Sun” (The Beatles)

Transformar uma das canções mais otimistas dos Beatles em algo sombrio parece uma missão impossível, mas Tobias Forge conseguiu. A versão do Ghost para “Here Comes The Sun”, lançada em 2011, ganhou uma atmosfera melancólica e quase assustadora, tornando-se uma das releituras mais criativas da carreira da banda.

3. Nightwish – “Symphony Of Destruction” (Megadeth)

Pouca gente imaginaria o Nightwish interpretando um clássico do Megadeth, mas a banda finlandesa fez exatamente isso. Gravada ao vivo e lançada como lado B do single “The Siren”, a versão mistura elementos sinfônicos com o peso do thrash metal, enquanto Marko Hietala assume os vocais principais.

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4. Slayer – “Born To Be Wild” (Steppenwolf)

Em 2002, para uma coletânea ligada à NASCAR, o Slayer decidiu atacar um dos maiores clássicos do rock. A versão de “Born To Be Wild” manteve o espírito rebelde da composição do Steppenwolf, mas recebeu uma dose extra de agressividade, velocidade e caos típicos da banda.

5. Black Sabbath – “Smoke On The Water” (Deep Purple)

Durante a fase em que Ian Gillan assumiu os vocais do Black Sabbath, a banda frequentemente homenageava o passado do cantor. O resultado mais marcante foi uma versão de “Smoke On The Water”, clássico do Deep Purple, que colocou o lendário riff nas mãos de Tony Iommi.

6. Dream Theater – “Heaven And Hell” (Black Sabbath)

Conhecidos por sua habilidade técnica, os integrantes do Dream Theater prestaram homenagem ao período clássico de Ronnie James Dio no Black Sabbath com uma poderosa interpretação de “Heaven And Hell”, lançada em uma das edições da série Official Bootleg.

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7. Alice In Chains – “Tears” (Rush)

Para celebrar os 40 anos do álbum “2112”, do Rush, várias bandas foram convidadas a gravar releituras das músicas do disco. O Alice In Chains escolheu a delicada “Tears” e entregou uma interpretação carregada de emoção, reforçada pelas tradicionais harmonias vocais da banda.

8. Children Of Bodom – “Antisocial” (Trust)

O Children Of Bodom sempre gostou de surpreender com suas escolhas de covers. Entre versões de artistas pop e hard rock, uma das mais interessantes é “Antisocial”, originalmente gravada pela banda francesa Trust e eternizada mundialmente pelo Anthrax. A releitura dos finlandeses encaixou perfeitamente no estilo veloz e melódico do grupo.

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9. Arch Enemy – “Breaking The Law” (Judas Priest)

A estreia de Alissa White-Gluz no Arch Enemy já era cercada de expectativas. Como faixa bônus de “War Eternal”, a banda decidiu encarar um dos maiores clássicos do Judas Priest. O resultado mostrou que a vocalista estava mais do que preparada para assumir o posto, entregando uma performance poderosa em “Breaking The Law”.

10. Gojira – “Escape” (Metallica)

Antes de se tornar um dos maiores nomes do metal moderno, o Gojira gravou uma versão para “Escape”, faixa menos lembrada do clássico “Ride The Lightning”, do Metallica. A banda francesa adicionou seu peso característico e transformou a música em uma curiosidade obrigatória para fãs de ambas as bandas.

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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