David Ellefson diz que “Megadeth é a banda solo de Mustaine” quando ele não está atuando junto
O ex-baixista do Megadeth, David Ellefson, voltou a comentar a possibilidade de participar da futura turnê de despedida da banda. Durante participação no programa “Trunk Nation With Eddie Trunk”, da SiriusXM, o músico afirmou que nunca descartou um retorno e disse que gostaria de ver diferentes formações históricas reunidas para celebrar o legado do grupo.
Ellefson também revelou que essa ideia já havia sido apresentada a Dave Mustaine há mais de duas décadas.
“Nunca fechei essa porta”
Questionado se aceitaria dividir o palco novamente com Mustaine e outros ex-integrantes, como Marty Friedman, Ellefson foi direto.
“Eu nunca fechei essa porta.”
O baixista relembrou a tentativa de reunião em 2004, quando Mustaine voltou a reunir músicos para reativar o Megadeth após um período de inatividade.
“Quando Dave reuniu o grupo em 2004, houve conversas sobre fazer uma reunião da formação de ‘Rust In Peace’, mas isso nunca aconteceu. Depois essa ideia voltou em 2014, mas novamente não se concretizou.”
Ellefson queria reunir várias formações
Segundo o músico, sua proposta sempre foi transformar a despedida do Megadeth em uma celebração envolvendo diversos ex-integrantes da banda.
“Na época eu disse ao Dave: ‘Por que não trazer Jeff Young, Chris Poland, outros ex-integrantes, o Nick Menza, até o Marty? Por que não fazer algo maior?'”
Ellefson explicou que se inspirava em bandas como Asia e Yes, que já haviam realizado turnês reunindo músicos de diferentes fases da carreira.
Para ele, o histórico do Megadeth justifica esse tipo de homenagem.
“Cada formação e cada álbum conquistaram seus próprios fãs. Assim como aconteceu com o KISS, existem pessoas que preferem o Megadeth dos anos 80, outras o dos anos 90 e assim por diante.”
“Quando sou eu e Dave, é uma versão diferente do Megadeth”
Apesar de elogiar os músicos que atualmente integram a banda, Ellefson acredita que a química entre ele e Mustaine produzia uma identidade única.
“Quando não estou no Megadeth, vejo aquilo mais como a banda solo do Dave. Não estou dizendo que isso seja bom ou ruim, apenas que tem uma energia diferente.”
Ele acrescentou:
“Quando sou eu e o Dave juntos, é uma versão específica do Megadeth. É a essência construída nos anos 80 e 90 e retomada entre 2010 e 2021. Simplesmente soa diferente.”
Elogios à formação atual
Ellefson fez questão de deixar claro que não guarda ressentimentos em relação aos músicos que atualmente acompanham Mustaine.
Ele destacou sua amizade com o atual baixista James LoMenzo e relembrou que participou diretamente da contratação do baterista Dirk Verbeuren em 2016.
“Não tenho nada contra ninguém que esteja tocando com o Dave hoje. Todos são músicos muito competentes e parecem ótimos caras.”
Sobre LoMenzo, comentou:
“Sempre falei muito bem dele. Fiquei até surpreso com a forma como conseguiu tocar esse tipo de música. Ele fez um excelente trabalho.”
Sem mágoas
Mesmo após sua conturbada saída do Megadeth em 2021, Ellefson afirmou que mantém uma postura tranquila em relação ao passado.
“Não guardo nenhum ressentimento.”
Em tom bem-humorado, ele ainda lembrou que continua recebendo royalties pelo trabalho realizado ao longo de décadas na banda.
O ex-baixista do Megadeth, David Ellefson, voltou a comentar a possibilidade de participar da futura turnê de despedida da banda. Durante participação no programa “Trunk Nation With Eddie Trunk”, da SiriusXM, o músico afirmou que nunca descartou um retorno e disse que gostaria de ver diferentes formações históricas reunidas para celebrar o legado do grupo.
Ellefson também revelou que essa ideia já havia sido apresentada a Dave Mustaine há mais de duas décadas.
“Nunca fechei essa porta”
Questionado se aceitaria dividir o palco novamente com Mustaine e outros ex-integrantes, como Marty Friedman, Ellefson foi direto.
“Eu nunca fechei essa porta.”
O baixista relembrou a tentativa de reunião em 2004, quando Mustaine voltou a reunir músicos para reativar o Megadeth após um período de inatividade.
“Quando Dave reuniu o grupo em 2004, houve conversas sobre fazer uma reunião da formação de ‘Rust In Peace’, mas isso nunca aconteceu. Depois essa ideia voltou em 2014, mas novamente não se concretizou.”
Ellefson queria reunir várias formações
Segundo o músico, sua proposta sempre foi transformar a despedida do Megadeth em uma celebração envolvendo diversos ex-integrantes da banda.
“Na época eu disse ao Dave: ‘Por que não trazer Jeff Young, Chris Poland, outros ex-integrantes, o Nick Menza, até o Marty? Por que não fazer algo maior?'”
Ellefson explicou que se inspirava em bandas como Asia e Yes, que já haviam realizado turnês reunindo músicos de diferentes fases da carreira.
Para ele, o histórico do Megadeth justifica esse tipo de homenagem.
“Cada formação e cada álbum conquistaram seus próprios fãs. Assim como aconteceu com o KISS, existem pessoas que preferem o Megadeth dos anos 80, outras o dos anos 90 e assim por diante.”
“Quando sou eu e Dave, é uma versão diferente do Megadeth”
Apesar de elogiar os músicos que atualmente integram a banda, Ellefson acredita que a química entre ele e Mustaine produzia uma identidade única.
“Quando não estou no Megadeth, vejo aquilo mais como a banda solo do Dave. Não estou dizendo que isso seja bom ou ruim, apenas que tem uma energia diferente.”
Ele acrescentou:
“Quando sou eu e o Dave juntos, é uma versão específica do Megadeth. É a essência construída nos anos 80 e 90 e retomada entre 2010 e 2021. Simplesmente soa diferente.”
Elogios à formação atual
Ellefson fez questão de deixar claro que não guarda ressentimentos em relação aos músicos que atualmente acompanham Mustaine.
Ele destacou sua amizade com o atual baixista James LoMenzo e relembrou que participou diretamente da contratação do baterista Dirk Verbeuren em 2016.
“Não tenho nada contra ninguém que esteja tocando com o Dave hoje. Todos são músicos muito competentes e parecem ótimos caras.”
Sobre LoMenzo, comentou:
“Sempre falei muito bem dele. Fiquei até surpreso com a forma como conseguiu tocar esse tipo de música. Ele fez um excelente trabalho.”
Sem mágoas
Mesmo após sua conturbada saída do Megadeth em 2021, Ellefson afirmou que mantém uma postura tranquila em relação ao passado.
“Não guardo nenhum ressentimento.”
Em tom bem-humorado, ele ainda lembrou que continua recebendo royalties pelo trabalho realizado ao longo de décadas na banda.
“Continuo recebendo meus pagamentos e meus direitos autorais, então continuo trabalhando. Por mim, está tudo ótimo.”
O Megadeth continua sua turnê de despedida e até o momento, não há nenhuma intenção de que David Ellefson participe de algum show.
