As 15 melhores introduções de bateria no rock e metal
Na maioria dos casos, uma música ganha maiores destaques por ter um solo marcante ou um refrão que você fica cantando o dia todo. Mas há outro fator um tanto, ou até mais marcante, e se trata de introduções feitas por bateria, ou em que o instrumento tenha maior destaque que outros intrumentos.
Entre tantos nomes consagrados do instrumento, muitos deixaram uma marca absurda ao tocarem um trecho que ficaria por anos martelando na cabeça de muitos aspirantes a novos músicos para tentar reproduzir aquela sequência. Aqui, listamos dez momentos ícônicos de um baterista.
15. “Ticks & Leeches” – Tool (2001)
Baterista: Danny Carey
Danny Carey aqui dá o pontapé inicial para o crescendo que a música vai tendo ao seu longo, mas sempre guiando seus companheiros para onde “devem ir” e como sempre, cria linhas hipnóticas e percussivas.
14. “Tom Sawyer” – Rush (1981)
Baterista: Neil Peart
Embora os sintetizadores também tenham destaque, a entrada de Neil Peart é parte fundamental de uma das músicas mais emblemáticas do rock progressivo.
13. “Hot for Teacher” – Van Halen (1984)
Baterista: Alex Van Halen
Uma verdadeira aula de técnica. Alex Van Halen abre a música simulando o som de um motor V8 antes de partir para um dos grooves mais explosivos do hard rock.
12. “Song for the Dead” – Queens of the Stone Age (2002)
Baterista: Dave Grohl
Grohl começa a faixa com uma sequência de ataques violentos que já anunciam a intensidade que virá pela frente.
11. “No Excuses” – Alice in Chains (1994)
Baterista: Sean Kinney
Sean Kinney aqui abre uma das músicas mais cadenciadas que o Alice in Chains já criou em sua carreira e o tom acústico traça os contornos ao redor das belas batidas certeiras do músico
10. “Stargazer” – Rainbow (1976)
Baterista: Cozy Powell
Uma verdadeira aula de como criar algo tão marcante e atemporal. Até hoje lembrada como uma das maiores e melhores introduções de bateria na história da música pesada.
9. “Bleed” – Meshuggah (2008)
Baterista: Tomas Haake
Ainda que não seja somente a bateria, é inegável que o instruento tem um destaque gritante na introdução da música. Uma das performances mais insanas já registradas em estúdio. Complexidade rítmica e resistência física em níveis quase sobre-humanos.
8. “Where Eagles Dare” – Iron Maiden (1983)
Baterista: Nicko McBrain
A estreia de Nicko McBrain no Iron Maiden não poderia ter sido mais impressionante. Seu trabalho nesta abertura virou referência para gerações de bateristas.
7. “Over the Mountain” – Ozzy Osbourne (1981)
Baterista: Tommy Aldridge
Viradas rápidas, precisão absurda e uma energia contagiante fazem desta uma das introduções mais lendárias do metal clássico.
6. “Rock and Roll” – Led Zeppelin (1971)
Baterista: John Bonham
Inspirada em “Keep A-Knockin'”, de Little Richard, a abertura de Bonham é uma das mais reconhecíveis da história do rock.
5. “Scentless Aprentice” – Nirvana (1993)
Baterista: Dave Grohl
Aqui o baterista ditou o ritmo pesado que a música teria e cria não só um dos momentos mais memoráveis da bateria mas também do próprio disco.
4. “Eyeless” – Slipknot (1999)
Baterista: Joey Jordison
Um dos melhores momentos do metal moderno, acompanhados por alguns samples somente, Joey descarrega toda sua raiva na bateria e cria algo visceral.
3. “Territory” – Sepultura (1993)
Baterista: Igor Cavalera
Igor Cavalera traz toda sua “brasileiraridade” para o começo da música que lembra percussões tribais e que até hoje grandes bateristas se inspiram no momento para criarem novas composições
2. “In the Air Tonight” – Phil Collins (1981)
Baterista: Phil Collins
Talvez um dos momentos mais icônicos da bateria. Phil Collins em seu primeiro disco trouxe um momento que ecoa até os dias atuais e ainda que ela apareça mais ao fim da música, é a bateria quem puxa o momento mais dramático de toda a faixa.
1. “Painkiller” – Judas Priest (1990)
Baterista: Scott Travis
Poucas introduções são tão devastadoras quanto esta. O ataque de bumbo duplo de Scott Travis redefiniu o nível de agressividade do heavy metal nos anos 1990.

¨Territory¨, ¨Painkiller¨e “Tom Sawyer” são as mais energética e pesada, principalmente nas versões ao vivo. “No Excuses” do Alice in Chains tá quase uma balada e as outras são mais matadoras. Poderia acrescentar também a quase intro bateria da música do Oasis: “D’You Know What I Mean?”. Abraços!