Ace Frehley diz que “fãs do Kiss não são pessoas mais brilhantes do mundo”

O Kiss realizou os seus shows finais no último final de semana, e de fato, eles não tiveram nenhuma participação especial de nenhum dos ex membros, incluindo o guitarrista Ace Frehley. Alguns fãs esperavam e queriam que o Spaceman original estivesse no palco, mas isso não aconteceu. Mas Ace não mostrou lá muito apreço ao se referir a parte do público do Kiss.

Em entrevista a Trunk Nation, Ace teceu o seguinte comentário:

Muitos fãs do KISS não são as pessoas mais brilhantes do mundo enquanto os fãs do Ace são espertos. Há apenas alguns anos, eu recebia ligações de pessoas pedindo ingressos para o Kiss. E eu disse: ‘Você sabe que não toco mais na banda?’ E muita gente nem sabe disso.

Ace ainda falou como ele acha que os ex companheiros superaram sua ausência:

Quando eu saí da banda pela segunda vez, eles meio que enterraram isso e realmente não fizeram um grande comunicado à imprensa sobre… Tommy Thayer estava usando minha maquiagem, e eles só queriam que as pessoas pensassem que talvez fosse ainda Ace Frehley.

A entrevista foi realizada um dia antes do primeiro, dos dois shows do Kiss no Madison Square Garden, e muito se especulou se Ace não estaria presente em algumas das noites. Ele falou sobre como vê as recentes apresentações da banda:

Acho que os fãs vão para o show – mas agora, com os vocais enlatados… quero dizer, eu não conseguia acreditar. Paul Stanley estava… fazendo ‘Love Gun’. Ele escreveu essa música mas nem está cantando nos refrões. Ele estava dançando nesta plataforma. E isso é absolutamente desconcertante para mim… é como se eu tocasse ‘Shock Me’ e não cantasse!”

Com o final do Kiss, uma “nova era” chega e a banda irá continuar usando avatares, na tentiva de se prolongar em mais tempo em atividade.

Marcio Machado

Formado em História pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Fundador e editor do Confere Só, que começou como um perfil do instagram em 2020, para em 2022 se expandir para um site. Ouvinte de rock/metal desde os 15 anos, nunca foi suficiente só ouvir aquela música, mas era preciso debater sobre, destrinchar a obra, daí surgiu a vontade de escrever que foi crescendo e chegando a lugares como o Whiplash, Headbangers Brasil, Headbangers News, 80 Minutos, Gaveta de Bagunças e outros, até ter sua própria casa!

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